quarta-feira, 22 de junho de 2016

Sensações de um intercâmbio - Parte 4

Sobre viajar sozinha pela primeira vez e pela primeira vez em um voo internacional.

Eu diria que estou muito calma. Já falaram em espanhol comigo e até tentei arranhar um "gracias".

Chorei na hora de despedida. Desculpe pai e desculpe mãe, mas preciso ser sincera em dizer que o mais difícil foi dar tchau ao Felipe.

Assim que entrei no embarque já me restabeleci e pensei: você não tem tempo para tristezas. Não fui barrada no metal, mas tive que passar duas vezes meu passaporte. Já que, segundo a moça: passe a segunda vez e coloca um sorriso no rosto. Foi só sorrir que a mão verde me liberou.

Aprendi com esta "catraca" que esta viagem é isso. A realização de um sonho não se deve viver com menos de um sorriso, mesmo que seja aquele tímido.

Lágrimas? Claro que estão aqui, no momento que saiu da terra, agora que escrevo (dentro do avião) e em alguns outros momentos. Mas elas não são de tristeza. Choro até e, principalmente, quando estou feliz.

Estou atrasada com alguns posts pré intercâmbio, mas vou adiantar algumas coisas sobre o voo: para Santiago peguei um pouco de turbulência assim que subi no céu, pouca, orei pedindo a Deus que desce uma viagem calma. E pronto, valeu Deus.

Infelizmente fiquei no corredor e a mulher que ficou na janela deixou ela fechada 😒. Por que vai na janela se deixa ela fechada 🙄?

Pensei que ia ser aquele avião de 3 - 3, mas são 3 - 3 - 3. Passei pela área executiva e confesso que deu uma certa invejinha.

Rolou até duty free no voo.

Criança: ainda no aeroporto tinha uma, daquelas bem choronas e mimadas. Meus pais e o Felipe brincaram que ela estaria no meu voo atrás de mim. Pois bem: ela está no meu voo, duas poltronas da minha e adivinhem... Eles irão para Auckland. E do jeito que sou sortuda, capaz que fiquem perto de mim. Preciso ser sincera, pelo menos o pequeno ser está muito mais tranquilo, acho que os pais deram calmante. A mãe né, porque o pai parece nem ligar pro filho.

*Desculpe não colocar os links das outras partes, estou postando pelo celular. Juro que quando chegar em Auckland posto os outros passos para/de um intercâmbio. 😘

(Espero que os emoticons entre)

terça-feira, 21 de junho de 2016

Sensações de um intercâmbio - Parte 3*

Há menos de um dia para chegar ao aeroporto até que estou mais tranquila do que imaginei.

Deixei para arrumar a mala de segunda para terça. E confesso que foi a pior parte da preparação. Eu tinha em mente em levar umas 15 camisetas/camisas, mas é muito difícil por na prática (vou colocar o passo 5 sobre como arrumar a mala).

Conforme eu ia separando as roupas que eu realmente quero levar ia caindo a ficha. Deu um apertinho no coração, a ansiedade falou mais alto.

Apesar de faltar um dia para o voo, só chegarei no destino final na sexta-feira. Isso porque o fuso da Nova Zelândia são

segunda-feira, 13 de junho de 2016

Passo a passo para (de) um intercâmbio – Passo 3

Depois que já escolheu o destino, a agência (no passo 1), quanto tempo ficar e onde se hospedar (no passo 2). Chegou a hora de tirar o passaporte e o visto.

Meu passaporte é do modelo antigo ainda, mas
como ainda está na validade eu posso usá-lo.
Este post será um pouco diferente dos outros dois, pois farei em tópicos. Vale lembrar que o passo a passo do passaporte é para brasileiros maiores de 18 anos e do visto é para a Nova Zelândia, pois é o que de certa forma presencial.

sábado, 11 de junho de 2016

Passo a passo para (de) um intercâmbio – Passo 2

E lá vamos para o segundo passo:
1. Quanto tempo ficar?
2. Onde ficar neste período?

No passo anterior eu passei de forma bem rápida pelo tempo do intercâmbio (vale ressaltar que como farei um intercâmbio para a Nova Zelândia irei focar o passo a passo para este país).

Quando sonhava em fazer um intercâmbio pensava em ir para algum país que falasse a língua inglesa e ficar um bom tempo, no mínimo um ano.

quarta-feira, 8 de junho de 2016

Capitães da Areia - Jorge Amado

Por: Allyne Pires

Lembro-me da primeira vez que li esse livro em 2008. E, assim como há oito anos, eu continuo achando o livro tão atual quanto no ano em que foi escrito, 1937.

Na época a obra foi proibida e a polícia do Estado Novo apreendeu e queimou inúmeros exemplares em praça pública. É porque algo incomodou e de certa forma é real.

Reler Capitães da Areia só confirmou meu sentimento e ratificou como um dos meus livros favoritos. Ler com uma mentalidade mais madura foi excelente.

Passo a passo para (de) um intercâmbio – Passo 1

Este é o primeiro post de uma série de seis (até o primeiro momento), entre textos e vídeos, sobre como se preparar para um intercâmbio. Espero ajudar quem sonha em um dia conhecer outras terras além do Brasil, como um dia desejei (e ainda desejo).

Vou tentar lembrar de cada dúvida que tive e achei difícil de encontrar a resposta ou fiz de algum modo diferente. Caso ainda tenha alguma questão pode fazer por aqui ou via redes sociais (Instagram, Facebook, YouTube e até mesmo Snapchat: allyne.pires).